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Archive for junho \23\UTC 2010

Nesta última quarta-feira 23, juntamente com minha chefa, redigíamos a matéria que encerraria a edição de mais um jornal diário. Entretanto, fui surpreendida por uma ligação da recepção da empresa. Nessa ligação a recepcionista pediu que me locomovesse até o setor para votar na Consulta Popular.

Chegando lá, preenchi o formulário com nome e número do título eleitoral, e consecutivamente as agentes me entregaram a cédula da votação. Porém, neste momento, iniciou um dilema inacreditável e incontestável. Ao pegar esta cédula constavam cerca de oito itens, sendo que eu poderia através do que considero prioridade para a cidade escolher apenas quatro.

O fato é que, a cédula já possuía um item marcado, e isso me fez concluir que a própria agente realizou a marcação do item, pois em suas mãos se encontravam uma série outras cédulas que, infelizmente, também estavam marcadas, mesmo antes dos próximos votantes entrarem em contato com a cédula.

Esta marcação na cédula, foi sem dúvida baseada no quesito que a agente julgava ser prioridade para o município. E o mais lamentável,  a área marcada ‘segurança pública’, era “coincidentemente”  a área de atuação de ambas as agentes.

CONCEITO:

A Consulta Popular,  é o processo pelo qual a população decide, de forma direta e individual, a aplicação dos recursos em obras e serviços que serão executados pela administração.

JUSTIÇA:

Logo após relatar o ocorrido para os outros funcionários da empresa, entre esses, minhas colegas redatoras e, juntamente os repórteres, uma delas entrou em contato com os órgãos competentes, e denunciou o abuso. Sendo assim, creio que através do poder de influência que nos cabe, como repórteres em um veículo de comunicação, a justiça há de ser feita.



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